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Indústria 4.0 e a Manufatura Aditiva

Indústria 4.0 e Manufatura Aditiva – Qual a relação entre elas?

Antes de tudo, é importante ressaltar que a 4ª Revolução Industrial, além de, naturalmente, buscar a otimização de seus processos, tem como seu principal objetivo oferecer produtos de altíssima qualidade e valor agregado ao consumidor final. 

Levando isto em consideração é que então tecnologias como IoT, Big Data, Inteligência Artificial, Realidade Aumentada, Sistemas Cyber Físicos, Cyber Segurança e Robótica Colaborativa foram aos poucos sendo agregadas a este novo conceito, pois através da sua utilização e integração na cadeia produtiva, uma fábrica deixa de ser automática e passa a ser autônoma.

 

Mas o que isso significa?

Significa que ao implementarmos todos estes conceitos e tecnologias, a cadeia produtiva se tornará inteligente o suficiente para que através da coleta e análise de dados e, consequentemente, a criação de uma base para comparação, as máquinas aprendam com erros e informações anteriores, tomando decisões e resolvendo problemas de maneira cada vez mais rápida, integrando todos os setores desde o projeto e concepção, até a entrega do produto final.

Dessa maneira, ao melhorar todos os processos envolvidos, melhora-se também a qualidade do que está sendo produzido, levando mais valor às mãos do consumidor.

 

E a Manufatura Aditiva?

Assim como todas as tecnologias citadas anteriormente, a Manufatura Aditiva também é considerada um pilar da Indústria 4.0. Pois, através dela é possível criar soluções altamente customizadas e de qualidade muitas vezes superior ao encontrado tradicionalmente na indústria.

Ao olharmos as vantagens obtidas pela indústria ao adotar esta tecnologia, podemos citar redução nos custos totais de projeto, redução de desperdício de matéria prima, redução no tempo total de desenvolvimento de projeto, liberdade de geometrias, liberdade de materiais, alto nível de customização, prototipagem rápida, produção de pequenos lotes, entre outros. 

Mesmo dentro da Manufatura Aditiva, existe certa tendência de somente se olhar para soluções relativamente simples e no campo da prototipagem, mas é preciso ressaltar que outras soluções já são uma completa realidade, como por exemplo: peças de reposição/manutenção, peças fora de linha, ferramentas personalizadas, ferramentas de fim de braço para robótica colaborativa e produtos finais para o consumidor final. 

Portanto, é possível observar que a Manufatura Aditiva não está disponível somente para a produção de peças e componentes para o consumidor, mas pode ser utilizada em paralelo para a própria retroalimentação de itens necessários para o próprio funcionamento da fábrica. 

Além de todas estas vantagens, a manufatura aditiva torna o mercado mais democrático e competitivo, pois pequenas e médias empresas podem também ter acesso a maquinários ou serviços capazes de oferecer a mesma qualidade quando comparados a grandes indústrias.

 

Conclusão

Ao juntarmos e aplicarmos todas estas informações, podemos observar que toda a evolução provocada nos meios convencionais para que estes evoluam a um patamar nunca visto antes, ainda tem como produto final entregas melhores e mais eficientes ao consumidor. 

Ainda, vale à pena lembrar que sem uma base muito bem formada, aplicações individuais e aleatórias de tecnologias 4.0 não trarão o resultado esperado na cadeia como um todo. Mas falaremos sobre isso mais adiante!

 

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